segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Luz da semana



Nesse momento, o serviço mais essencial que podemos fazer para a humanidade é espalhar vibrações de paz.
À medida que o medo e a animosidade abastecem os cenários ao redor do mundo, nossas vibrações - que emergem de pensamentos e votos pacíficos podem funcionar como tranquilizantes que acalmam a atmosfera. 
Assim como pensamentos tóxicos de ódio e revanche tem moldado as crises, pensamentos de paz mundial nos levarão em direção à resoluções mais calmas das situações.
(Brahma Kumaris)

sábado, 3 de dezembro de 2016

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Olhar puro, olhar de sabedoria



É chegado o momento de abrir os portais de nossa consciência verdadeira. Assim podemos apreciar melhor a experiência humana
O que é a sabedoria do olhar?
Qual a visão pura e clara da realidade?
Será que você está vendo através de etiquetas, de nomes, de grifes, de jargões, de clichês?
Ou observa em profundidade, avalia e reconhece o que é, assim como é?
Quando eu era pequena, me encantava um poema que minha mãe escrevera sobre meu avô: “A única coisa que me separa de meu pai são os anos. O homem que analisa friamente e termina por reconhecer que não pode crer nem descrer, pois desconhece.”
Mas como conhecer? Reconhecer, rever, religar, reler.
A mídia internacional escolhe temas e estes são passados a todos os países. Quem faz essa escolha e por quê? Há interesses em divulgar misérias, crimes, abusos, guerras? Destacar o que divide, o que separa?
Não. Também não queremos óculos cor de rosa ou azuis de dizer que está tudo bem, tudo bem.
Há coisas maravilhosas e estranhas e há gatos selvagens e vacas brancas — reza um texto budista antigo.
Eu queria saber mais das coisas maravilhosas e estranhas.
Quero ter notícias do amor e do cuidado, do crescimento da solidariedade e da ternura.
Quero saber das pessoas honestas e boas que todos os dias se levantam cedo e dormem tarde, vivendo horas nos trens e nos transportes coletivos. Meus heróis e heroínas brasileiros.
Trabalhadoras e trabalhadores do bem. Guardiões do caminho iluminado.
Gostaria de manchetes internacionais com as nossas meninas da ginástica rítmica, um dos ouros brasileiros nos jogos Pan-Americanos de Toronto.
Houve pódios e mais pódios, até de tiro ao alvo.
Melhor ganhar nas competições esportivas com a habilidade de atirar do que nas batalhas das ruas.
Do que nos alimentamos? Do que alimentamos nossas mentes? Quem nos faz olhar para este ou aquele evento? Podemos realmente escolher, ouvir, ver, escutar, perscrutar?
No mosteiro de Nagoya, onde pratiquei por sete anos, minha superiora costumava nos dizer:
“Para ver televisão, primeiro temos de levantar as antenas. Sintonizadas, podemos escolher ao canal que queremos assistir. Pode ser o do drama, do sofrimento, do horror. Mas podemos mudar para o canal Buda. Você tem o controle. Saia do mundo da dor e entre no mundo do saber, compreender e atuar de forma iluminada.”
Olhar puro, olhar iluminado, é o observar profundo e sem máculas, sem apegos e sem aversões. Ver em profundidade. Não ser manipulada nem manipular ninguém.
Abrir o coração-mente para a sabedoria suprema. Compreender os justos e os injustos.
Os que dizem a verdade e os que mentem.
Pois somos todos seres humanos e frágeis, corrompíveis e sublimes.
Vamos estimular em nós e em todos os seres a capacidade de amar e cuidar? A empatia do reconhecimento do bem feito e do estímulo ao que beneficie o maior número de seres?
Além, muito além, deste ou daquele grupo.
Somos uma única família, a humana.
Somos a vida da Terra. 
É chegado o momento de abrir os portais de nossa consciência verdadeira, de nossa mente incessante e luminosa. Assim podemos apreciar melhor esta experiência maravilhosa e estranha de seres humanos no planeta Terra, Sistema Solar, Via Láctea.
Ah! As estrelas no céu podem nos contar tanto.
Mãos em prece. _/\_
(Monja Coen)

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Contando um conto



Atacado na própria honra, o samurai teve um acesso de fúria e sacando da bainha a sua espada, berrou:
– Eu poderia matar-te por tua impertinência!
– Isso é o inferno – respondeu o Mestre
Espantado por ver a verdade no que o mestre dizia, o samurai embainhou a espada e sorriu, fazendo-lhe uma reverência…
– E isso é o céu – disse o Mestre.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Regra fundamental



Quando nós dizemos o bem, ou o mal... há uma série de pequenos satélites desses grandes planetas, e que são a pequena bondade, a pequena maldade, a pequena inveja, a pequena dedicação. 
No fundo é disso que se faz a vida das pessoas, ou seja, de fraquezas, de debilidades. Por outro lado, para as pessoas para quem isto tem alguma importância, é importante ter como regra fundamental de vida não fazer mal a outrem.
A partir do momento em que tenhamos a preocupação de respeitar esta simples regra de convivência humana, não vale a pena perdermo-nos em grandes filosofias sobre o bem e sobre o mal.
Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti, parece um ponto de vista egoísta, mas é o único do gênero por onde se chega não ao egoísmo mas à relação humana.
(José Saramago)

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Coisas d'alma



Tomara
Que a tristeza te convença
Que a saudade não compensa
E que a ausência não dá paz
E o verdadeiro amor de quem se ama
Tece a mesma antiga trama
Que não se desfaz
E a coisa mais divina
Que há no mundo
É viver cada segundo
Como nunca mais...
(Vinícius de Moraes)

Vamos Chape!



Quando nos deparamos com uma tragédia há uma espécie de despertar.    
Uma dor que não faz parte do nosso coração surge de uma maneira solidária ao sofrimento dos outros. E, num instante, nos reconhecemos na mesma fragilidade,
A tragédia que vitimou a equipe da Chapecoense nos une em sofrimento, solidariedade e orações pelo luto de tantos, possibilitando o fluir da compaixão dentro de nós.
Que haja luz.
(Uti)

Existem certos sofrimentos que só podem ser esquecidos quando podemos flutuar por cima de nossas dores.
(Paulo Coelho)