terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Coisas d'alma



De que, às vezes, para se reconstruir, é preciso demolir construções que, por mais atraentes que sejam, não são coerentes com a ideia da nossa vida. A gente se dá conta do quanto somos protegidos quando estamos em harmonia com o nosso coração. De que o nosso coração é essencialmente puro. Essencialmente, amoroso, o bordador capaz de tecer as belezas que se manifestam no território das formas. De que, sabedores ou não, é ele que tem as chaves para as portas que dão acesso aos jardins de Deus. E, vez ou outra, quando em plena comunhão criativa, entra lá, pega uma muda de planta e traz para fazê-la florescer no canteiro do mundo.

(Ana Jácomo)

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Palavras







Foi perguntado a um Santo Sufi o que é perdão. E ele disse:
É a fragrância que sai das flores quando são esmagadas.
(Rumi)

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Luz da semana



Todos nós temos uma parte que não é muito pacífica, onde reside a voz da dúvida e da crítica. A voz que precisa provar a si mesma: Eu estou certo.
Tal ego tem uma capacidade incrível de destruir a verdade. Mas toda vez que eu faço uma escolha pela minha natureza original verdadeira, amorosa e pacífica - eu libero uma energia positiva. Essas vibrações alcançam àqueles que eu preciso alcançar e corrigem qualquer situação sem que eu tenha que fazer nada.
Quando me estabilizo internamente, dou permissão para que tudo ao redor de mim também volte a sua posição original de paz.

(Gopi Patel)

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Porque hoje é sábado



Eu queria trazer-te uns versos muito lindos.
colhidos no mais íntimo de mim.
Suas palavras
seriam as mais simples do mundo,
porém não sei que luz as iluminaria
que terias de fechar teus olhos para as ouvir.
Sim! uma luz que viria de dentro delas,
como essa que acende inesperadas cores
nas lanternas chinesas de papel.
Trago-te palavras, apenas, e que estão escritas
do lado de fora do papel...
Não sei, eu nunca soube o que dizer-te
e este poema vai morrendo, ardente e puro, ao vento
da poesia...
como uma pobre lanterna que incendiou!

(Mario Quintana)