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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

A verdadeira sensibilidade



Diz-se das pessoas vulneráveis, às quais uma coisinha de nada pode ferir, que elas são sensíveis. 
Não, a verdadeira sensibilidade é uma abertura total ao mundo divino, isto é, à beleza, ao amor, à verdade, e um fecho a tudo o que é negativo e tenebroso. 
A sensibilidade aos vexames, às ofensas, na realidade não passa de susceptibilidade e pieguice. E o que é que resta a todos esses pobres infelizes para quem não existe o Céu, nem os anjos, nem a beleza, mas somente as pessoas más e injustas de quem eles se queixam dia e noite? 
Não se deve confundir a sensibilidade com a pieguice, que não passa de uma manifestação doentia da sensibilidade. 
A verdadeira sensibilidade, pelo contrário, é um grau superior da evolução que põe o homem em relação com as regiões celestes e lhe permite vibrar em uníssono com elas.
(Omraam Mikhael Aivanhov)

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Um beijo, um abraço, um aperto de mão...



Dar um aperto de mão, abraçar-se, beijar-se, ou qualquer outra manifestação de afeto quando as pessoas se encontram, exige que se dê a isso uma atenção especial. Senão, é inútil, e não só inútil, mas também nocivo, pois esta forma de inconsciência nas relações humanas tem efeitos negativos sobre o psiquismo de uns e de outros.
Se, nos nossos sinais exteriores de amizade, de ternura, não estiver o nosso pensamento, a nossa alma, isso retira-nos algo a nós e àquele que os recebe. Esse algo, evidentemente, é imponderável, mas o essencial para a nossa alegria, para o nosso desenvolvimento interior, é sempre imponderável. 

Por isso, um bom olhar, um segundo de silêncio, um sorriso em que a alma se exprime, pode proporcionar muito mais do que qualquer manifestação mais concreta ou mesmo presentes que se oferece.
(Omraam Mikhaël Aïvanhov)

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Lições da natureza



Observai a natureza e descobrireis que ela está sempre a apresentar-nos métodos para resolvermos os nossos problemas. 
Por exemplo: como é que a ostra faz para fabricar uma pérola? Um grão de areia entrou na sua concha e tornou-se uma dificuldade para ela, irrita-a. «Ah, diz ela, como é que eu vou livrar-me deste grão de areia? Ele incomoda-me, arranha-me. O que hei de fazer?» A ostra põe-se a refletir, concentra-se… medita! Um dia, começa a segregar uma matéria especial com a qual envolve aquele grão de areia tão desagradável e ele torna-se liso, polido, aveludado. Quando o conseguiu, ela fica contente e diz para si própria: «Não só este grão já não me incomoda, como eu fiz dele uma pérola magnífica!»
É esta a lição da ostra perlífera: ela mostra-nos que, se conseguirmos, pelo pensamento, envolver os nossos aborrecimentos, as nossas contrariedades, com uma matéria luminosa, irisada, acumularemos grandes riquezas. O verdadeiro espiritualista sabe trabalhar sobre as suas dificuldades para fazer delas pérolas muito preciosas.
(Omraam Mikhaël Aïvanhov)

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Luz da semana



A maior parte dos humanos têm bom coração e são sensíveis, mas têm também uma maneira curiosa de manifestar essa sensibilidade.
Se veem, no cinema ou no teatro, uma criança abandonada ou maltratada, pessoas pobres a morrer de fome ou a ser perseguidas, facilmente vertem algumas lágrimas. Mas se, à saída do espetáculo, passarem diante de um mendigo cuja fisionomia miserável deveria reter o seu olhar e suscitar a sua piedade, nem sequer o notam. E, quando chegam a casa, afastam os filhos com um empurrão, não os escutam, quando eles precisam de atenção e de ternura.
Sim, é extraordinário!
No cinema ou no teatro, as pessoas são sensíveis, ficam enternecidas, choram. Mas na vida, perante o mesmo espetáculo, muitas vezes fecham os seus olhos e o seu coração.
Os humanos têm ainda muito a aprender sobre a verdadeira sensibilidade e como a manifestar. Quantos há que são sensíveis à beleza do mundo divino e, ao contemplá-la, sentem emoções tais, que todo o seu ser estremece e renasce purificado, regenerado?

(Omraam Mikhaël Aïvanhov)

terça-feira, 22 de março de 2016

Energia



Por mais pequena que seja, uma pedra preciosa é uma partícula de matéria capaz de reter uma força cósmica. Mas vós não deveis contar com ela pensando que ela vai proteger-vos, curar-vos, dar-vos poderes, abrir-vos as portas do mundo espiritual; se não souberdes como considerá-la e utilizá-la, ela não vos servirá de nada.
As pedras preciosas estão preparadas pela natureza para captar certas energias do cosmos e projetá-las, difundi-las. Mas não basta possuí-las para beneficiar das suas virtudes.

Cada pedra é semelhante a uma antena e, tal como a uma antena, é preciso dar-lhe uma função, mensagens para transmitir. Por detrás desta pedra existem forças que giram, que vibram, mas cabe-vos a vós fixá-las, orientá-las, a fim de as tornardes úteis ao vosso trabalho.

(Omraam Mikhaël Aïvanhov)

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Contando um conto



Há centenas de anos, um pastor, na montanha, divertiu-se a traçar, com o seu cajado, um pequeno sulco no solo. O que é um pequeno sulco?... Mas depois vieram a chuva, a neve, o gelo, o vento, o sol… E, pouco a pouco, aquele sulcozinho foi ficando mais cavado, alargou-se, até se tornar o leito de uma torrente. 
Isto não passa de uma imagem, mas ela ensina-nos que o mesmo fenômeno ocorre com o ser humano. Cada pensamento, cada sentimento, é como um sulco que ele traça na sua terra interior, e todas as forças psíquicas e espirituais que circulam no espaço contribuem também para tornar esse sulco mais fundo e mais largo.
Começa um novo ano… Não é um bom momento para traçardes conscientemente um sulco na vossa alma? Concentrai-vos num pensamento divino, formulai um desejo divino, e vivei durante todo este dia de tal modo que ele se imprima em vós. As forças celestes serão alertadas e virão apoiar-vos nos vossos esforços. Todos os dias elas estarão lá para vos dizer: «Lembra-te de que, no primeiro dia do ano, tu traçaste um sulco; continua a alargá-lo e a torná-lo mais fundo!», e, se as escutardes, se continuardes pacientemente o vosso trabalho, um dia sentir-vos-eis atravessados por um rio de luz.

(Omraam Mikhaël Aïvanhov)

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Luz da semana



O mundo invisível está continuamente presente à nossa volta.
Ele olha-nos, escuta-nos e dá-nos sempre respostas.
A sua linguagem, muito diferente da nossa, não é fácil de compreender.
Mas ele responde-nos indiretamente, através de um ser humano, de um animal, de um fenómeno da natureza, de um odor, de um som...; provavelmente, estes ignoram que são portadores de uma mensagem e cabe a nós interpretá-la.
(Omraam Mikhaël Aïvanhov)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Conectando-se



O ser humano está construído de forma a ser continuamente obrigado a sair de si mesmo.
A partir do instante em que desperta, de manhã, ele sai, isto é, olha, escuta, fala, deixa a sua casa para ir para o trabalho ou para as lojas, vai visitar amigos, distrair-se, passear, viajar.
Isso está muito bem mas, com o tempo, ele deixa-se apanhar a tal ponto por todas essas atividades exteriores que acaba por perder o contato consigo mesmo, já não sabe verdadeiramente quem é.
E, a partir desse momento, não só já não vê claro nas situações e comete erros, como se enfraquece, e o mínimo choque, a mínima contrariedade, deixa-o desamparado.
É normal o homem não ficar fechado em si mesmo, cada contato com o mundo exterior obriga-o a sair.
Mas, para não ficar à deriva, ele deve restabelecer constantemente, pelo pensamento, o equilíbrio entre o exterior e o interior, a periferia e o centro, a matéria e o espírito.
(Omraam)

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Pensamentos x sentimentos



Nada daquilo que acontece aos humanos surge por acaso.
Por intermédio dos seus pensamentos e dos seus sentimentos, eles entram em relação com as entidades, as correntes e os elementos do espaço que correspondem a esses pensamentos e a esses sentimentos a acabam por atraí-los.
É assim que se explicam a saúde e a doença, a força e a fraqueza, a inteligência e a cegueira, a beleza e a fealdade, etc.
Portanto, são-lhes oferecidas todas as possibilidades, mas na condição de eles saberem que existe uma lei das correspondências e de a respeitarem em cada ato da vida quotidiana.
Se encontrais grandes dificuldades nesta existência, é porque, no passado, por causa da vossa ignorância, atraístes elementos malsãos, defeituosos.
Agora que sabeis a verdadeira causa de tudo o que acontece na vossa vida, decidi-vos a trabalhar sobre os vossos pensamentos e os vossos sentimentos: ligar-vos-eis assim às entidades e às regiões mais puras e luminosas do Universo e recebereis delas todas as qualidades de que necessitais para vos reconstruir.
(Omraam)

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Esperança



Em que é que devemos alicerçar a nossa esperança?
Na certeza de que o futuro pode sempre ser  melhor.
Mesmo que o presente não seja famoso, os poderes da vida e do bem são tais que podem sempre vencer o mal, desde que decidais associar-vos a eles.
Alguém dirá: Mas que esperança posso eu ter?Todas as minhas iniciativas falham, não tenho qualquer futuro!
Evidentemente, isso depende daquilo a que chamais o vosso futuro.
Se só perspectivais  esse futuro como sucesso material, social ou como um romance de amor digno dos contos de fadas, talvez o vosso futuro esteja realmente tapado.
Mas o vosso verdadeiro futuro, o vosso futuro de filhos e filhas de Deus, está escancarado diante de vós.
Os dias são diferentes uns dos outros.
Hoje não vistes o sol?
Amanhã ele voltará a brilhar.
Nada está definitivamente fechado para aqueles que sabem onde alicerçar a sua esperança.
(Omraam)

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Luz da semana



As pessoas ainda não sabem o que é a verdadeira beleza de um ser, porque se detêm demasiado na forma.
Se a forma é harmoniosa, agradável, elas exclamam: Que beleza!, mas por detrás da forma, há outra coisa para conhecer: os eflúvios, as emanações que vêm do mais profundo desse ser, a vida que corre.
E, se se pudesse ir mais além para ver a parte dele que vive nas regiões celestes, descobrir-se-ia uma beleza ainda maior: o esplendor do espírito.
Mas o esplendor do espírito é de uma essência demasiado sutil para encontrar uma expressão física.
A verdadeira beleza não pode ser descrita: é vida pura, a vida jorrante...
Se olhais para um diamante sobre o qual vem incidir um raio de sol, ficais deslumbrados por aquela cintilação, aquelas cores brilhantes...
É isso a verdadeira beleza!
Quanto mais um ser consegue captar a luz para se impregnar com as suas vibrações, as suas cores cintilantes, mais se aproxima da verdadeira beleza.
(Omraam)

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Permaneça nas alturas



Quando meditais, esforçai-vos por elevar-vos muito alto em vós mesmos e, depois, por manter-vos o máximo de tempo possível nessas alturas. Elevar-se e permanecer nas alturas significa nunca deixar de ser nobre, justo, generoso, o que supõe saber também “descer” para ajudar os seus irmãos humanos.
Embora vivendo e trabalhando na terra entre os humanos, é interiormente que é preciso evitar descer, isto é, ir atrás das suas tendências inferiores ou participar em ações egoístas, desonestas. Permanecer nas alturas não é imitar as pessoas altivas, inacessíveis e duras que pensam que se rebaixariam se estendessem a mão aos que são mais fracos, menos dotados, menos instruídos ou de uma condição social inferior. 
Pelo contrário, e também neste caso, nós devemos seguir o exemplo do sol. O sol desce até nós, por intermédio dos seus raios ele aquece-nos, ilumina-nos, transmite-nos a sua vida, envia-nos as suas mensagens, mas permanece eternamente nas alturas.
(Omraam Mikhaël Aïvanhov)

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Lei da afinidade



Nunca conseguireis produzir grandes transformações na vossa vida psíquica enquanto não tiverdes compreendido o segredo mágico da lei da afinidade. 
Esta lei diz-vos que, como cada um dos vossos pensamentos e cada um dos vossos sentimentos tem uma determinada natureza, vai despertar no espaço forças da mesma natureza que ele, e essas forças dirigem-se para vós. 
Se esses pensamentos e sentimentos forem obscuros e maldosos, atraireis influências negativas; se eles forem luminosos, generosos, atraireis bênçãos. 
Vós podeis realizar todos os vossos melhores desejos, mas na condição de projetardes pensamentos e sentimentos de uma natureza correspondente a esses desejos. Os vossos pensamentos e os vossos sentimentos determinam absolutamente a qualidade dos elementos e das forças que serão despertadas muito longe, algures no espaço, e que, mais cedo ou mais tarde, chegarão até nós.
A lei da afinidade é uma das maiores chaves da realização espiritual.

(Omraam Mikhaël Aïvanhov)

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Não se engane



Enganam-se aqueles que creem poder chegar à sabedoria negligenciando o amor: eles secarão e ficarão desfeitos em pó.
Os métodos do amor são numerosos, são eles que nos permitem fazer trocas com toda a natureza, pela respiração, pela alimentação, pela contemplação do nascer do sol... trocas com os seres humanos, manifestando a bondade, a generosidade, a paciência... trocas com o mundo divino, pela meditação e pela prece.
(Omraam Mikhaël Aïvanhov)

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Traçando limites



Está escrito no livro dos Provérbios que, antes de criar o mundo, Deus começou por traçar um círculo para fixar os seus limites. 
E tudo o que existe só confirma até que ponto os limites são necessários, indispensáveis, à criação e à conservação das coisas e dos seres. A célula está rodeada por uma membrana, o cérebro está fechado na caixa craniana, etc. 
E qual é a função da pele? Ela serve de limite. Observai as coisas que vos rodeiam e encontrareis por toda a parte a repetição do círculo que Deus traçou como limite para a sua criação. Se não se fecha um perfume num frasco, ele evapora-se. Quando se constrói uma casa, primeiro deve-se delimitá-la com paredes. Sem paredes, como poderia existir a casa?
Acontece o mesmo no plano espiritual, nele também são necessários limites. 

Um mago, antes de invocar os espíritos luminosos para eles participarem no seu trabalho, traça um círculo em seu redor; ele fixa as fronteiras do território no interior do qual vai operar. 
O discípulo também deve aprender a traçar todos os dias à sua volta, pelo pensamento, um círculo de luz. Sem esse círculo, as suas energias espirituais dispersam-se e ele já não fica protegido.

(Omraam Mikhaël Aïvanhov)

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Para o bem de todos



O centro e a periferia, tal como o cume e a base, são os dois polos entre os quais nós oscilamos continuamente. 
A periferia e a base representam todas as solicitações da nossa natureza inferior, que nos fazem abandonar o nosso lugar no centro, ou no cume, pois é a partir do centro, ou do cume, que nós não só dominamos a nossa própria existência, mas também podemos assumir corretamente as nossas responsabilidades para com os seres.
Cada homem e cada mulher que tem deveres enquanto pai, professor, educador, chefe de empresa, magistrado, responsável político, etc., deve procurar esse centro, ou esse cume, de onde será capaz de manifestar uma igual atenção, uma igual benevolência em relação a todos. 

Para contribuir para o bem daqueles que nos rodeiam e de toda a humanidade, há que conseguir encontrar esse ponto de vista que nos coloca acima dos preconceitos e dos juízos a priori. 
Meditando sobre o sol, nós aproximamo-nos desse ponto de vista. Porque está no centro e permanece no centro, o sol mantém todo um mundo em equilíbrio e os planetas gravitam harmoniosamente à sua volta.

(Omraam Mikhaël Aïvanhov)

terça-feira, 14 de julho de 2015

Canalizando os pensamentos



A vontade é sempre acompanhada por certa forma de concentração.
Quando quereis ouvir palavras ou música, a vossa atenção concentra-se nos vossos ouvidos. Quando quereis observar ou ler, ela concentra-se nos vossos olhos. Quando quereis correr, saltar ou lançar um objeto, ela concentra-se nas vossas pernas ou nos vossos braços. 
Do mesmo modo que um general, antes de iniciar uma batalha, concentra soldados e canhões em certos pontos estratégicos, vós, consoante a atividade que escolhestes por em prática, concentrais as vossas forças, as vossas energias, a vossa atenção, nesta ou naquela parte do corpo.
Toda a natureza trabalha com a concentração: concentração dos sucos, das substâncias, dos raios, das ondas… a concentração é uma acumulação de materiais, de energias, num espaço limitado; destina-se a formar, a cristalizar um projeto, um desejo.

Por isso, se queremos realizar um ideal divino, devemos aprender a concentrar nele a nossa atenção e os nossos pensamentos.

 (Omraam Mikhaël Aïvanhov
)

terça-feira, 9 de junho de 2015

Espirito & sofrimento



Quando vocês estiverem sofrendo, procurem tomar consciência de que apenas uma parte sua é afetada por este sofrimento. Uma outra parte permanece inacessível a ele: é o seu espírito. O seu espírito é livre, não é submetido a nenhuma coerção. Das regiões sublimes em que se encontra, ele os observa e os aconselha. E, às vezes, também lhes diz: «Você sofre? Então, alegre-se, porque se for inteligente, graças a este sofrimento ganhará mais um pouco de lucidez e compreensão, e isso o fortalecerá». 
Quem está infeliz, tende a identificar-se com o seu mal, deixa-se invadir por ele, e isto é perigoso para a pessoa. Ela deve, ao contrário, ficar imediatamente alerta e dizer para si mesma: «É agora que há um trabalho a fazer. Eu sofro, certo, mas é só uma parte de mim que sofre». 
Apele à outra entidade – o seu espírito – que vive na imensidão, na eternidade, e que também está dentro de si. 
Do fundo deste pântano, onde a pessoa tem a sensação de afundar, sentirá emergir a luz e a força.
(Omraam Mikhaël Aïvanhov)

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Bênçãos que virão



Sempre que tiverdes ocasião de fazer algo de bom para os outros, não hesiteis, fazei-o. Pensai assim: Eu quero ser útil, quero ajudar aqueles que têm necessidades e vivem na dor. E nada me importa que isso não me traga qualquer retorno, que eu não seja recompensado pelos meus esforços! 
Com efeito, talvez não sejais imediatamente recompensados, mas a que é que chamais recompensa? Desenvolvendo a bondade, a paciência, a generosidade, a abnegação, não só sentireis que cresceis como ser, mas também, por causa daquilo que irradiais, um dia sereis apreciados e amados por todos.
Mesmo apenas um bom pensamento ou um bom sentimento produz efeitos, pois tudo se registra e deixa traços. Não fiqueis à espera de que aqueles que vos rodeiam se apercebam imediatamente daquilo que existe de bom na vossa cabeça e no vosso coração. Mas ficai a saber que o que fizerdes de útil, de construtivo, manifestando amor, um dia trar-vos-á todas as bênçãos.

(Omraam)