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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Energia de cura



Energia não é positiva, negativa, boa ou ruim. Energia é energia, nós é que colocamos rótulos nas coisas para podermos identificá-las e discuti-las.

Energia positiva é curativa, pura, tem alto padrão vibracional e vem direto de Deus, Energia negativa é bloqueada, densa, contaminada, com baixo padrão vibracional e está ligada a traumas emocionais, doenças, mal-estar e causando muitos danos, Existem várias formas de energia como magnetismo, eletricidade, luz e calor do sol. A energia de cura parece carregar uma corrente elétrica, tem magnetismo e pode ser produzida pelo ser humano. Algumas pessoas chegam a ver esta energia em forma de cores, podem ouvi-la e a maioria pode senti-la.
Essa energia é usada em muitos métodos de cura que são chamados "alternativos".

Reiki é um método natural de cura por meio das mãos.
Em japonês, rei significa "sabedoria divina” ou “poder superior", e ki significa "energia vital".
A técnica terapêutica de cura pela imposição das mãos tem como principal objetivo prevenir e tratar doenças por meio do equilíbrio energético. Consiste em posicionar as mãos para transferir energia vital ou passá-las pelos locais do corpo que necessitam de equilíbrio: cabeça, olhos, nariz, chacras do corpo, região umbilical, pulmões, rins, joelhos e embaixo dos pés, para fixar a energia.
Para se tornar um mestre do Reiki é preciso fazer um curso, em que o aluno recebe Reiki para toda vida e aprende a ativar a energia vital em si mesmo e nos outros, por meio de uma técnica específica com a ajuda das mãos.
A cura pela energia através das mãos é indicada para problemas físicos e espirituais. Mesmo aquelas pessoas que não acreditam e/ou não têm fé podem receber a energia.

Benefícios do Reiki:

    - Acalma e reduz o stress
    - Provoca sensação de relaxamento, conforto e paz
    - Limpa e clarifica seu campo energético
    - Alivia a dor
    - Aumenta o nível e a qualidade do sangue que circula em nosso organismo
    - É seguro no tratamento de doenças relacionadas a stress
    - Também para casos de sinusite, rinite, menopausa, cistite, asma, fadiga crônica, artrite, ciática, insônia, depressão
    - Acelera o processo de recuperação em caso de cirurgia.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Evolução



Se existe lamentação, existe ingratidão. 
Mas, para evoluir no processo de cura é preciso encontrar a gratidão. Se você não está podendo ser grato, trate de investigar o porquê. Trate de encarar seu ódio, seus ressentimentos e seus medos. Somente assim você poderá ser iluminado pela sagrada compreensão que te leva ao perdão, que por sua vez te liberta do passado. 
E não perca o seu mais valioso tesouro - o tempo - com reclamações, julgamentos, comparações e acusações. Isso é somente distração. 
A vida neste plano é como uma bolha de sabão, quando você menos espera... foi.   
(Sri Prem Baba)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Coisas d'alma





Estou de costas guardadas, a poder de minhas rezas. 
Amém.
(Guimarães Rosa)

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Ho'oponopono - Técnica de cura

Divino Criador, pai, mãe, filho em Um...
Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofendemos, à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras, atos e ações do início da nossa criação até o presente,
nós pedimos seu perdão...
Deixe isto limpar, purificar, libertar, cortar todas as recordações, bloqueios, energias e vibrações negativas
e transmute estas energias indesejáveis em pura luz...
Assim está feito.


[Ho’oponopono é um dos métodos de auto-cura mais efetivos que existe, porque se baseia no amor expressado através de tuas palavras para chegar até seu subconsciente, que é onde residem as memórias que obstaculizam os processos vitais.]
 


quinta-feira, 6 de março de 2014

Poder de cura



Cada um de nós tem o poder da cura, porque todos nós temos no coração amor por alguma coisa pelo nosso próximo, por animais, pela natureza, pela beleza, e cada um de nós deseja proteger e ajudar a melhorar o que amamos.
Cada um de nós também sente simpatia por aqueles que estão em desgraça e isso é natural, pois, todos nós já estivemos em desgraça vez ou outra em nossas vidas.
Desse modo, não apenas podemos nos curar, mas também temos o grande privilégio de sermos capazes de ajudar os outros a se curarem e as únicas qualificações necessárias são o amor e a compaixão.
(Edward Bach)

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Ajuda pelo toque das mãos


(Benzedeiras de duas cidades paranaenses têm suas atividades reconhecidas por leis municipais pioneiras no Brasil.)

A cura por métodos alheios à ciência é vista com ressalvas por médicos. 
“A segurança científica não pode ser deixada de lado”, lembra o oncologista e vice-presidente do Instituto Ciência e Fé, Cícero Urban. Ele ressalta que um tratamento tradicional não pode ser substituído pelo alternativo, proposto por curandeiros e benzedores. “A medicina não substitui o curandeiro nem o curandeiro substitui a medicina. Eu não digo para um paciente não procurar uma benzedeira, mas eu acho que ele precisa tomar cuidado, principalmente se quiser substituir um tratamento médico”, opina.
Para a psiquiatra e coordenadora regional no Paraná da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática, Maria Lúcia Maranhão Bezerra, o que preocupa o médico é o atraso causado na busca pelo tratamento convencional provocado por quem é adepto de sessões de benzedeiras e curandeiros. “A tendência dos médicos é respeitar essa atividade, mas esperamos que nenhuma dessas práticas interfira na possibilidade de tratar o paciente a tempo de recuperar sua saúde”, afirma. (MGS) 

O ato de curar por meios não tradicionais é visto como um patrimônio imaterial da cultura brasileira pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) – ligado ao Ministério da Cultura. Porém, ainda não há registros oficiais da atividade no instituto. Conforme a assessoria de imprensa do órgão existem dois estudos em desenvolvimento para o reconhecimento das benzedeiras, um no Rio Grande do Norte e outro no Ceará.
No ano passado, o mapeamento das benzedeiras realizado pelo Movimento Aprendizes da Sabedoria (Masa), que originou as leis municipais em São João do Triunfo e Rebouças, conquistou o prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, que reconhece iniciativas de proteção, preservação e divulgação do patrimônio cultural brasileiro. (MGS)

Aos 75 anos, Eva Pinto Rebello não se intimida em limpar a casa, cortar lenha, cuidar da horta de ervas medicinais e ainda atender aos doentes que a procuram. No pequeno altar do quarto de casa, ela acende a vela, pega o rosário e um galho de arruda e começa as orações. O toque de suas mãos enrugadas já ajudou centenas de adultos e crianças nos últimos dez anos, quando começou a atividade de benzedeira.

Assim como dona Evi­­nha, como é chamada, existem 294 benzedeiras já identificadas no interior do Paraná. 
Vêm das cidades de Rebouças e São João do Triunfo, ambas no Centro-Sul do estado, as primeiras leis municipais de que se tem registro no Brasil para o reconhecimento da atividade das benzedeiras. 
Na região também foi criado o Movimento Aprendizes da Sabedoria (Masa). “O movimento serviu como uma ferramenta para a articulação das benzedeiras, que não se comunicavam entre si e se sentiam acuadas pelo preconceito contra a atividade”, comenta Taísa Lewitzki, uma das coordenadoras. 

A partir do mapeamento realizado pelo grupo foram identificadas 133 benzedeiras em Rebouças e 161 em São João do Triunfo. Em março de 2009, o estudo fundamentou a elaboração de uma lei na Câmara Municipal de Rebouças para o reconhecimento da atividade. Em fevereiro de 2012, o mesmo procedimento foi adotado em São João do Triunfo. 

Taísa lembra que as leis municipais são inéditas no Brasil. “Existem leis semelhantes que reconhecem a atividade das parteiras, mas, nesses moldes das leis das benzedeiras, o trabalho é inédito”, acrescenta. Na prática, as leis permitem que as benzedeiras, rezadeiras, curandeiras e costureiras de rendiduras (dores musculares) tenham acesso e manipulem ervas medicinais. Elas também podem contribuir com políticas de saúde pública.

No quintal da casa de dona Evinha existem, por exemplo, 16 tipos de ervas medicinais. “Eu dou um ramo para a pessoa que precisa e ensino como fazer o remédio”, diz. Ela aprendeu o ofício com a mãe e há dez anos pratica o benzimento. 

Há oito anos na atividade, a curandeira Alice Teixeira descobriu o dom quando impôs as mãos sobre o peito da filha de 2 anos que sofria de desmaios. “Um clarão entrou na janela do meu quarto e eu fui chamada a curar as pessoas em forma de retribuição pela saúde da minha filha”, completa. Ela afirma já ter curado pessoas com feridas graves e até recuperado quem estava em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). 

Já Marta Drabeski, que está no ramo há 24 anos e é vereadora em São João do Triunfo, diz que desde a infância se sentia especial. “Mas eu tinha medo da minha mãe, que era luterana e não acreditava nas minhas visões.” Ela afirma ter visto aos 11 anos Nossa Senhora das Graças aos pés de sua cama, enquanto passava uns dias na casa da irmã mais velha. “A partir daí eu soube que tinha que curar as pessoas que precisavam.” 

A atividade é voluntária, mas a ajuda com alimento ou dinheiro não é negada por parte das curandeiras. “Quem quer e pode deixa um quilo de alimento”, comenta Alice, que vive de carpir quintal e colher maçãs. Dona Evinha, que é pensionista, também não cobra nada pelo serviço, mas aceita de bom grado os presentes que recebe. Ela mostra o velho guarda-roupas de duas portas cheio de fronhas e panos de pratos bordados, doados pelos pacientes e que ainda nem foram usados.

(Jornal Gazeta do Povo-PR)