sábado, 30 de novembro de 2013

Porque hoje é sábado


A lição de conviver,
senão de sobreviver
no mundo feroz dos homens,
me ensina que não convém
permitir que o tempo injusto
e a vida iníqua me impeçam
de dormir tranquilamente.
Pois sucede que não durmo.
Frente à verdade ferida
pelos guardiães da injustiça,
ao escárnio da opulência
e o poderio dourado
cujo esplendor se alimenta
da fome dos humilhados,
o melhor é acostumar-se,
o mundo foi sempre assim.
Contudo, não me acostumo.
A lição persiste sábia:
convém cabeça, cuidado,
que as engrenagens esmagam
o sonho que não se submete.
E que a razão prevaleça
vigilante e não conceda
espaços para a emoção.
Perante a vida ofendida
não vale a indignação.
Complexas são as causas
do desamparo do povo.
Mas não aprendo a lição.
Concedo que me comovo.

(Thiago de Mello)

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Alimento da alma



[…] acredito que o clima reage assim sobre o homem – como se houvesse algo no ar da montanha que alimente o espírito e o inspire.
Não crescerá o homem para uma maior perfeição, intelectual, bem como fisicamente, debaixo destas influências? Ou não é importante a quantidade de dias nebulosos em sua vida?
Acredito que seremos mais imaginativos, que nossos pensamentos serão mais claros, mais frescos, mais etéreos, como nosso céu; nosso entendimento mais compreensivo e amplo, como nossas planícies; nosso intelecto geralmente numa escala mais grandiosa, como nosso trovão e nosso relâmpago, nossos rios, montanhas e florestas; e nossos corações até corresponderão em largura e profundidade a nossos mares internos.
(Thoreau)

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Gratidão



Todo dia deveria ser um dia de ação de graças pelos presentes da vida: o brilho do sol, a água e as deliciosas frutas e verduras que são presentes indiretos do Grande Doador.
Deus nos faz trabalhar para que mereçamos receber Seus presentes.
O Todo-Suficiente não precisa de nosso agradecimento, mesmo que sincero, mas quando somos gratos a Ele, nossa atenção está concentrada, para nosso mais elevado benefício, na Grande Fonte de toda a provisão.
(Paramahansa Yogananda)

Leis da sincronicidade



1. Meu espírito é um campo de possibilidades infinitas que conecta tudo o mais. Esta frase resume a totalidade do que estou expondo. Se você esquecer de tudo o mais, lembre-se apenas disso.

2. Meu diálogo interno reflete o meu poder interno. O diálogo interno das pessoas auto realizadas pode ser descrito assim: é imune a críticas; não tem apego aos resultados; não tem interesse em obter poder sobre os outros; não tem medo. Isso porque o ponto de referência é interno, não externo.

3. Minhas intenções têm poder infinito de organização. Se minha intenção vem do nível do silêncio, do espírito, ela traz em si os mecanismos para se concretizar.

4. Relacionamentos são a coisa mais importante na minha vida. E alimentar os relacionamentos é tudo o que importa. As relações são kármicas e quem nós amamos ou odiamos é o espelho de nós mesmos: queremos mais daquelas qualidades que vemos em quem nós amamos e menos daquelas que identificamos em quem odiamos.

5. Eu sei como atravessar turbulências emocionais. Para chegar ao espírito é preciso ter sobriedade. Não dá para nutrir sentimentos como hostilidade, ciúme, medo, culpa, depressão. Essas são emoções tóxicas. Importante: onde há prazer, há a semente da dor, e vice-versa. O segredo é o movimento: não ficar preso na dor, nem no prazer (que então vira vício). Não se deve reprimir ou evitar a dor, mas tomar responsabilidade sobre ela.

6. Eu abraço o feminino e o masculino em mim. Esta é a dança cósmica, acontecendo no meu próprio eu. A energia masculina: poder, conquista, decisão. A energia feminina: beleza, intuição, cuidado, afeto, sabedoria. Num nível mais profundo, a energia masculina cria, destrói, renova. A energia feminina é puro silêncio, pura intenção, pura sabedoria.

7. Estou alerta para a conspirações das improbabilidades. Tudo o que me acontece de diferente na vida é kármico. É, portanto, um sinal de que posso aprender alguma coisa com aquela experiência. Em toda adversidade há a semente da oportunidade.

(Deepak Chopra)

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Ao despertar



De manhã, assim que vos levantais, ides à janela do vosso quarto, afastais as cortinas e olhais para o céu, pois precisais de perceber como está o tempo. Depois, se ides trabalhar, fazer compras, visitar amigos, etc., no momento de sair olhais em frente e depois para a direita e para a esquerda, para ver se o caminho está livre.
Aquilo que assim fazeis no plano físico é ainda mais importante fazê-lo nos planos psíquico e espiritual.
Portanto, de manhã, ao despertar, a primeira coisa a fazer é olhar para o Céu, de onde vos vem a luz, para serdes bem inspirados em tudo o que tereis de fazer durante o dia. Depois, no momento de agir, deveis sempre olhar para ver se o caminho está livre. É perigoso agir precipitadamente, pois talvez se ganhe alguns minutos, mas comete-se erros, pronuncia-se palavras infelizes, e assim perde-se o dia inteiro, sem falar nas consequências que daí advêm.
Portanto, começai cada dia virando o vosso olhar para as entidades luminosas; elas indicar-vos-ão a direção a tomar e acompanhar-vos-ão no caminho.
(Omraam Mikhaël Aïvanhov)

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Pensamentos daqui e dali

As melhores coisas da vida estão próximas: a respiração nas narinas, a luz nos olhos, as flores a seus pés, os deveres à mão, o caminho da retidão bem à sua frente.
Então, não busque alcançar as estrelas, mas execute o trabalho comum da vida na medida em que ele acontece, com a certeza de que os deveres diários e o pão diário são as coisas mais doces da vida.
(Robert Louis Stevenson)



Luz da semana



Paz é essencial na vida. 
No entanto não podemos encontrá-la externamente. Se mantivermos as coisas externas dentro de nós, não conseguiremos nos sentir pacíficos. 
Paz, felicidade e amor são essenciais. E pureza é a mãe da paz. 
Quando há paz interior há felicidade. Então haverá o sentimento de amor. Felicidade é um tesouro que nutre a alma. Felicidade, paz e amor são experiências internas. 
Agora precisamos purificar nossos sentimentos. 
Quando há verdade e confiança os sentimentos se tornam puros. É hora de criar sentimentos puros internamente com base na verdade, no amor e na confiança.
(BK)

domingo, 24 de novembro de 2013

Pensamentos daqui e dali



Desenvolver força, coragem e paz interior demanda tempo.
Não espere resultados rápidos e imediatos, sob o pretexto de que decidiu mudar.
Cada ação que você executa permite que essa decisão se torne efetiva dentro de seu coração.
 (Dalai Lama)

Para aquecer o coração

sábado, 23 de novembro de 2013

Porque hoje é sábado



Minha estrela não é a de Belém:
A que, parada, aguarda o peregrino.
Sem importar-se com qualquer destino.
A minha estrela vai seguindo além...

 Meu Deus, o que é que esse menino tem?
Já suspeitavam desde eu pequenino.
O que eu tenho?
É uma estrela em desatino...
E nos desentendemos muito bem!

E quando tudo parecia a mesmo
E nesses descaminhos me perdia.
Encontrei muitas vezes a mim mesmo...
Eu temo é uma traição do instinto
Que me liberte, por acaso, um dia
Deste velho e encantado labirinto.

(Mario Quintana)

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Pensamentos daqui e dali



Ser mestre de si mesmo e ter auto controle são a fundação para se ter boas relações com os outros. 
O ingrediente mais importante para se colocar numa relação não é o que dizemos ou fazemos, mas o que somos. 
Portanto, o lugar para se começar a construir uma relação é dentro de nós mesmos, no nosso próprio caráter.



(Stephen Covey)


A vida, terrivel-maravilhosa



Vivemos sempre tão ocupados que mal olhamos para as pessoas que nos são caras, mesmo as de nossa família; mal olhamos para nós mesmos. A sociedade está organizada de um jeito que, mesmo tendo tempo de lazer, não sabemos aproveitá-lo para entrar em contato conosco mesmos. Inventamos milhares de formas de desperdiçar esse tempo precioso: ligamos a TV, discamos o telefone, pegamos o carro para ir a qualquer lugar...
Não estamos acostumados a ficar conosco mesmos e agimos como se não gostássemos de nós, tentando escapar de nós mesmos.
Meditar é estar consciente do que está se passando: no nosso corpo, nos nossos sentimentos, em nossa mente e no mundo. A cada dia 40 mil crianças morrem de fome. As superpotências têm agora mais de 50 mil armas nucleares, o suficiente para destruir o planeta várias vezes.
Ainda assim o nascer do sol é belo e a rosa desabrochada esta manhã em nosso jardim é um milagre.
A vida é, ao mesmo tempo, terrível e maravilhosa.
Praticar meditação é estar em contato com ambos os aspectos. Por favor, não pensem que precisamos ser solenes para poder meditar. Na verdade, para meditar bem temos que sorrir bastante.
Sorrir significa que estamos sendo nós mesmos, que estamos tendo soberania sobre nós, que não estamos mergulhados no esquecimento. Esse tipo de sorriso pode ser observado na face dos budas e bodhisattvas.
(Thich Nhat Hanh)

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Sentido da vida



Seja qual for o nome que nos damos, sejam quais forem as roupas que vistamos, seja qual for o padre que nos dê a unção, seja qual for a quantidade de nossos milhões, seja qual for o número de sentinelas a postos em nosso caminho, seja qual for o número dos policiais encarregados de proteger nossa riqueza, seja qual for o número dos supostos malfeitores, revolucionários ou anarquistas que condenamos à morte, sejam quais forem nossos gestos, seja qual for o estado que fundamos, as fortalezas e as torres que erguemos, da torre de Babel à torre Eiffel — duas condições inevitáveis estão sempre a nossa frente e eliminam por completo o sentido da vida: primeiro, a morte, que pode nos atingir a qualquer instante; segundo, a fragilidade de todas nossas obras que desaparecem depressa demais e sem deixar rastro algum.
Façamos o que fizermos: quer ergamos palácios e monumentos, quer escrevamos poemas e cantos, nada disso dura por muito tempo, tudo passa sem deixar vestígio algum.
Por isso, embora o escondamos cuidadosamente de nós mesmos, podemos ver que o sentido de nossa vida não pode residir nem em nossa existência material, sujeita a sofrimentos inevitáveis e à morte, nem em qualquer instituição ou ordem social. 
Quem quer que sejas tu que lês estas linhas, pensa na tua situação e em teus deveres, não em tua situação de proprietário, de negociante, de juiz, de rei, de presidente, de ministro, de padre, de soldado, que te dão provisoriamente os homens, e não nos deveres imaginários que essa situação te cria, mas na situação verdadeira, eterna, do ser que, por vontade de Alguém, após toda uma eternidade de não-existência, saiu da inconsciência, e que pode a qualquer instante, pela mesma vontade, a ela retornar; e pensa em teus verdadeiros deveres que resultam de tua verdadeira situação de ser chamado à vida e dotado de inteligência e de amor.
(Leon Tolstói)

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Elementos

De manhã à noite, os humanos dedicam-se aos seus assuntos, parecem despertos, mas, na realidade, a maior parte deles estão a dormir. Eles atravessam a vida com os olhos fechados, desrespeitando o santuário que é a natureza. Não sentem a presença invisível de outras criaturas vivas e inteligentes em seu redor e outras forças que circulam, limitam-se àquilo que é imediatamente acessível aos seus cinco sentidos.
Estar desperto é tomar consciência de todas as existências que povoam o espaço e estar em contacto com elas. 
Para estabelecer esse contacto, é preciso começar por se pôr num estado de harmonia, de pureza, de luz. São precisamente estas as condições que vós tendes de manhã quando assistis ao nascer do sol.
Então, pelo caminho que percorreis, pensai em todos esses seres invisíveis que vos rodeiam. É graças a eles que a natureza é viva e nos oferece tudo o que possui. 
Dirigi-vos a eles e dizei: «Ó vós, gentis filhos da terra, da água, do ar e do fogo... vós, gnomos, ondinas, sílfides e salamandras, eu amo-vos, agradeço-vos e peço que sejais abençoados pelo vosso trabalho.»
(Omraam)


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Pensamentos daqui e dali

Coragem, às vezes, é desapego. 
É parar de se esticar, em vão, para trazer a linha de volta. 
É permitir que voe sem que nos leve junto. 
É aceitar que a esperança há muito se desprendeu do sonho. 
É aceitar doer inteiro até florir de novo. 
É abençoar o amor, aquele lá, que a gente não alcança mais.
(Ana Jácomo)


Luz da semana

Normalmente há dois polos nas organizações criadas com base na hierarquia: eles e nós. No momento em que isso acontece, a confiança é a primeira a ir embora e a última a retornar. 
Diariamente, em cada interação, seja por meio segundo ou meia hora, estou diante da oportunidade de aumentar ou diminuir a confiança. 
Confiança e influência são irmãs. 
Se eu quiser influenciar alguém preciso criar confiança. E atrás da confiança, bem juntinho, vem o respeito, o valor que nos conecta a outros.
(BK)


domingo, 17 de novembro de 2013

Pensamentos daqui e dali



A trajetória de nossa vida pode parecer definitivamente marcada por certas situações. 
Nossa vida, entretanto, conserva sempre todas as possibilidades de mudança e conversão que estiverem ao nosso alcance. E tais possibilidades são tanto maiores quanto mais abrigarmos em nós de infância, de gratidão, de capacidade de amar.
(Herman Hesse)

Para aquecer o coração

sábado, 16 de novembro de 2013

Porque hoje é sábado



Meus amigos de vento e nuvem,
meus amigos sem rosto algum,
abrem caminhos, mudam casas,
estendem paredes sem fim.

Meus fluidos amigos, num mundo
que existe apenas para mim.

Que longas escadas tão belas,
que luzes sem chama, que amável
cena para uma vida eterna
em cor de amizade e jardim.

Meus amigos estão construindo
um mundo aéreo para mim.

Mãos tão frágeis levantam muros,
corpos voantes transportam ruas,
todos num silencio conjunto
e gestos de anjo e volantim.

Ah, meus invisíveis amigos
que entre os céus trabalhais por mim!

(Cecília Meireles)

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Consciência x condicionamento




Como podemos ser livres para olhar e aprender quando nossas mentes, desde o instante em que nascemos até o instante em que morremos, são moldadas por uma cultura particular, dentro dos padrões estreitos do ‘eu’?
Durante séculos temos sido condicionados pela nacionalidade, casta, classe, tradição, religião, língua, educação, literatura, arte, costumes, convenções, propaganda de todos os tipos, pressões econômicas, comida que comemos, clima em que vivemos, família, amigos, nossas experiências – toda influência que se possa imaginar – e portanto nossas respostas a cada problema estão condicionadas.
Você tem consciência de estar condicionado?
Esta é a primeira coisa que você deve perguntar a si mesmo, e não como se libertar do condicionamento. Pode ser que você nunca se liberte, e se você disser ‘Preciso me libertar’, poderá cair em outra armadilha de outra forma de condicionamento. 
Então, você tem consciência de estar condicionado? 
Você sabe que mesmo quando olha para uma árvore e diz: ‘Isto é um carvalho’, ou ‘Isto é uma figueira-brava’, o nome da árvore, que é conhecimento de botânica, já condicionou tanto a sua mente que a palavra o impede de realmente ver a árvore?
Para entrar em contato com a árvore você precisa colocar a mão nela,  e a palavra não o ajudará em nada.
(Krishnamurti)

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Entre tantos



Na mesa de minha alma sentam-se muitos, e eu sou todos eles.
Há um velho, uma criança, um sábio, um tolo.
Você nunca saberá com quem está sentado ou quanto tempo permanecerá com cada um de mim.
Mas prometo que, se nos sentarmos à mesa, nesse ritual sagrado eu lhe entregarei ao menos um dos tantos que sou, e correrei os riscos de estarmos juntos no mesmo plano.
Desde logo, evite ilusões: também tenho um lado mau, ruim, que tento manter preso e que quando se solta me envergonha.
Não sou santo, nem exemplo, infelizmente.
Entre tantos, um dia me descubro, um dia serei eu mesmo, definitivamente.
Como já foi dito: ouse conquistar a ti mesmo.

(Nietzsche)

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

(Res)pingos de luz



Voce é, literalmente, aquilo que julga ser o dia todo.
(Murphy)

[Retirado do caderno de anotações do Prof. Antônio Costa, nosso pai.]

terça-feira, 12 de novembro de 2013

O outro e eu

Quando você olha para o céu azul e para as estrelas, ou para os pássaros e para as montanhas, você não tem nada a reclamar deles; e você é feliz. 
Você olha para as rochas nas margens dos rios; elas não fazem nada para lhe agradar. E, ainda assim, você está feliz, porque você as aceita como elas são, e desta forma, você está satisfeito. 
O rio flui à sua maneira; ele não incomoda você. Você não deseja que ele esteja mais cheio ou que corra em outra direção. Na verdade, você procura a natureza porque ela não evoca a pessoa insatisfeita, aborrecida e difícil de se satisfazer que você parecer ser. A natureza não toca naquela corda de exigências que existe em você. Você se sente um com a situação, um ser que acomoda, sem precisar que o mundo faça nada para lhe agradar. Portanto, você é uma pessoa satisfeita com referência a algumas poucas coisas. 
Esta é a âncora que você deve criar para você mesmo. 
Quando você vai para a montanha, ela não faz nada para lhe agradar; mas você se sente satisfeito. 
Observe como você tem a capacidade de estar satisfeito, e traga esta pessoa satisfeita para todas as situações e pessoas que lhe desagradaram ou às quais você desagradou em algum momento. E olhe para você agora, da mesma forma que você olharia se estivesse em contato com a natureza. 
Aceite as outras pessoas como você aceitaria as estrelas. 
Reze por uma mudança, se você julgar que você ou os outros precisam mudar, e faça o que estiver ao seu alcance para produzir a mudança. Mas, primeiro aceite os outros. Somente desta maneira você poderá realmente mudar. Aceite os outros totalmente, e você estará livre; e então, você descobrirá o amor, que é você mesmo.
(Swami Dayananda Sarasvati)